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Torne-se membro ->A discussão sobre a legalização de substâncias e o ativismo social tem ganhado destaque no cenário político e religioso brasileiro. A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em consonância com a postura do Papa Francisco, tem se manifestado consistentemente contra a legalização de drogas, enfatizando os potenciais impactos negativos na sociedade, especialmente entre os mais vulneráveis. A Igreja, em suas diversas instâncias, argumenta que a liberação pode agravar problemas de saúde pública, segurança e desestruturação familiar, indo na contramão de um desenvolvimento social integral e humano.
Essa posição é fundamentada em uma visão antropológica que prioriza a dignidade da pessoa humana e a proteção da vida em todas as suas fases. Tanto o Papa Francisco quanto a CNBB defendem que o caminho para enfrentar o problema das drogas passa pela prevenção, tratamento e reinserção social dos dependentes, e não pela facilitação do acesso. Eles ressaltam a importância de políticas públicas eficazes que combatam o tráfico e ofereçam alternativas para aqueles que se encontram em situação de vulnerabilidade, buscando sempre a recuperação e a promoção da vida.
PEC 45/45
Nesse contexto, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 45/23 surge como um ponto focal para aqueles que compartilham dessa preocupação. A PEC busca fortalecer medidas contra as drogas, e seus defensores argumentam que ela é essencial para frear o avanço do uso de substâncias ilícitas e combater o que muitos veem como um ativismo que desvaloriza os princípios morais e sociais. Para esses grupos, a aprovação da PEC representa um passo crucial na proteção das famílias e da juventude brasileira, reafirmando valores que consideram essenciais para a coesão social.
Diante desse cenário, muitos cidadãos sentem a necessidade de agir. Para aqueles que compartilham da visão de combate às drogas e ao ativismo que consideram prejudicial, o momento é de mobilização. A pressão sobre os deputados federais torna-se fundamental para que eles votem a favor da PEC 45/23. Essa pressão pode se manifestar de diversas formas: através de contatos diretos com os gabinetes parlamentares, participação em movimentos sociais, uso das redes sociais para conscientização e diálogo, e o engajamento em debates públicos que esclareçam a importância da matéria.
Drogas e ativismo
A luta contra as drogas e o ativismo que, na visão de seus opositores, corrompe os valores sociais, exige um esforço conjunto da sociedade. A defesa da PEC 45/23 é vista por muitos como um caminho para a construção de um Brasil mais seguro e saudável. A participação ativa dos brasileiros no processo democrático, expressando suas preocupações e demandas aos seus representantes, é crucial para moldar o futuro das políticas públicas relacionadas a esse tema tão sensível e impactante para toda a nação.


